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agosto 30, 2013
agosto 19, 2013
sopa
julho 24, 2013
a colcha
Acabei-a ao meio-dia do dia do aniversário da Catarina. Muito a tempo de lha oferecer, portanto!

Não segui nenhum modelo. A colcha foi acontecendo ao sabor do improviso. Comecei por remendar um lençol de linho da minha trisavó Joana de Jesus, que há gerações passava de gavetão em gavetão sem ser usado para nada.

Depois resolvi aproveitar para aprender a técnica do english paper piecing e que o ideal seria fazê-lo com os melhores e mais lindos tecidos que existem: Liberty of London. Como queria muita variedade comprei dois pacotinhos de retalhos à Jo Green. E foi um tal fazer hexágonos.

Na parte de trás, um simples lençol de algodão branco do enxoval da minha mãe, que há muitos anos salvei de ser transformado em panos para o chão. Escolhi propositadamente uma zona já remendada, muito provavelmente pela minha avó paterna. No meio coloquei uma flanela fininha, só para dar um pouco de corpo. Para o acolchoado, contornei cada hexágono com linha de bordar em ponto de alinhavo. A fita de viés veio daqui.
Demorei mais de um ano a fazê-la, mas a verdade é que começou a ser feita há muitas décadas, passou pelas mãos de muitas mulheres até finalmente aconchegar a mulher mais pequenina da família.

Não segui nenhum modelo. A colcha foi acontecendo ao sabor do improviso. Comecei por remendar um lençol de linho da minha trisavó Joana de Jesus, que há gerações passava de gavetão em gavetão sem ser usado para nada.
Depois resolvi aproveitar para aprender a técnica do english paper piecing e que o ideal seria fazê-lo com os melhores e mais lindos tecidos que existem: Liberty of London. Como queria muita variedade comprei dois pacotinhos de retalhos à Jo Green. E foi um tal fazer hexágonos.
Na parte de trás, um simples lençol de algodão branco do enxoval da minha mãe, que há muitos anos salvei de ser transformado em panos para o chão. Escolhi propositadamente uma zona já remendada, muito provavelmente pela minha avó paterna. No meio coloquei uma flanela fininha, só para dar um pouco de corpo. Para o acolchoado, contornei cada hexágono com linha de bordar em ponto de alinhavo. A fita de viés veio daqui.
Demorei mais de um ano a fazê-la, mas a verdade é que começou a ser feita há muitas décadas, passou pelas mãos de muitas mulheres até finalmente aconchegar a mulher mais pequenina da família.
junho 05, 2013
wip II
Quase um ano depois, recomecei a colcha que tencionava oferecer à Catarina no seu primeiro aniversário. Tem de ficar pronta antes do fim do mês, sem falta!
maio 29, 2013
sopa do vô
O meu avô Mário faria hoje 94 anos. Ao longo dos 26 anos que partilhámos só me lembro de o ver tomar dois tipos de pequeno-almoço. Um era uma malga de chá de hipericão e um molete [carcaça] com mel. O outro era esta sopa branca, por nós baptizada de sopa do vô, também numa malga.

Foi hoje o meu pequeno-almoço.
Batata + cebola + cotovelinhos + azeite + sal + água
Os meus avôs chamavam-se Mário e Augusto. As avós Emília e Fernanda. E os vossos?
Foi hoje o meu pequeno-almoço.
Batata + cebola + cotovelinhos + azeite + sal + água
Os meus avôs chamavam-se Mário e Augusto. As avós Emília e Fernanda. E os vossos?
maio 24, 2013
feira da ladra
A internet tem destas coisas. Não é que esta fotografia minha da Feira da Ladra foi escolhida para ilustrar um artigo sobre feiras de velharias numa revista on-line russa? Se souberem russo, o que não é o meu caso, podem lê-lo aqui: http://issuu.com/molodetskikh/docs/lets_go_13.

Adoro visitar e fazer compras em feiras e mercados. Mas ainda gosto mais de conversar com os vendedores. Neste dia conheci a Jocélia, vendedora de bric-à-brac e roupa usada "tudo modelos exclusivos". Dona de uma personalidade vivaça, sempre com resposta pronta para tudo, vendeu-me a lata de sortido Aliança com a paisagem do Porto que orgulhosamente ostenta na fotografia. O seu irmão Luís já era um velho conhecido. É um verdadeiro homem dos 7 ofícios: ourives / assentador de papel de parede / vendedor de velharias / faz transportes e mudanças e o que mais for preciso que "não estamos em tempo de recusar trabalho". Depois há a Paula, que desencanta os móveis vintage mais giros, ou a Leonor, que é dona de um antiquário chic na Rua de São Bento, ou o Marinheiro, que prefere vender por atacado e não há quem o convença do contrário. Cada um com a sua história de vida, cada um com muito para ensinar.
Adoro visitar e fazer compras em feiras e mercados. Mas ainda gosto mais de conversar com os vendedores. Neste dia conheci a Jocélia, vendedora de bric-à-brac e roupa usada "tudo modelos exclusivos". Dona de uma personalidade vivaça, sempre com resposta pronta para tudo, vendeu-me a lata de sortido Aliança com a paisagem do Porto que orgulhosamente ostenta na fotografia. O seu irmão Luís já era um velho conhecido. É um verdadeiro homem dos 7 ofícios: ourives / assentador de papel de parede / vendedor de velharias / faz transportes e mudanças e o que mais for preciso que "não estamos em tempo de recusar trabalho". Depois há a Paula, que desencanta os móveis vintage mais giros, ou a Leonor, que é dona de um antiquário chic na Rua de São Bento, ou o Marinheiro, que prefere vender por atacado e não há quem o convença do contrário. Cada um com a sua história de vida, cada um com muito para ensinar.
maio 21, 2013
bolinhos de coco
Desde pequena que os bolinhos de coco estão entre os meus doces favoritos. E como o gosto se educa, chegou a hora de os apresentar à Catarina. A reacção foi a esperada: dedo espetado no ar "mais mu [um]"!
200g de coco ralado + 200g de açúcar + 3 ovos + sumo de 1 limão pequeno

Pré-aquecer o forno a 200ºC. Misturar todos os ingredientes. Encher as forminhas de papel e levar 15 minutos ao forno.

Deixar arrefecer e comer. Nada mais fácil!
Tantas vezes as coisas simples são as que sabem melhor.
200g de coco ralado + 200g de açúcar + 3 ovos + sumo de 1 limão pequeno
Pré-aquecer o forno a 200ºC. Misturar todos os ingredientes. Encher as forminhas de papel e levar 15 minutos ao forno.
Deixar arrefecer e comer. Nada mais fácil!
Tantas vezes as coisas simples são as que sabem melhor.
maio 19, 2013
fevereiro 16, 2013
dos dias que correm
julho 24, 2012
julho 17, 2012
quando não se sabe dizer não
Lembram-se da mesa? De há uns tempos para cá tem estado assim:



Tem tudo para correr mal, mas aos poucos lá vou tentando compatibilizar a maternidade com a profissão.
E não arrumei a máquina de costura, não! Só mudou de poiso por uns tempos :-)
Tem tudo para correr mal, mas aos poucos lá vou tentando compatibilizar a maternidade com a profissão.
E não arrumei a máquina de costura, não! Só mudou de poiso por uns tempos :-)
julho 04, 2012
junho 24, 2012
Hoya carnosa
Está na família há pelo menos uns 40 anos. Cá em casa dá muitas flores várias vezes durante o Verão, mas as poucas folhas que tem são mirradas e amareladas. Em casa dos meus pais dá umas folhas verde-escuras lindas, mas nunca floriu. Em casa da minha avó era perfeita.


Repararam no título? Sempre que possível, o nome científico das espécies deve ser escrito assim: em itálico, com a primeira palavra (o nome do género) com letra maiúscula, e a segunda (o restritivo específico) com letra minúscula. As regras da nomenclatura científica dos seres vivos obdecem a um código muito rigoroso, que é constantemente maltratado pela imprensa, pelos fabricantes de champôs e cosméticos, pelos embaladores de pescado, etc. Escrever Hoya carnosa, Hoya Carnosa ou hoya carnosa é como dar erros ortográficos. Feio.
Repararam no título? Sempre que possível, o nome científico das espécies deve ser escrito assim: em itálico, com a primeira palavra (o nome do género) com letra maiúscula, e a segunda (o restritivo específico) com letra minúscula. As regras da nomenclatura científica dos seres vivos obdecem a um código muito rigoroso, que é constantemente maltratado pela imprensa, pelos fabricantes de champôs e cosméticos, pelos embaladores de pescado, etc. Escrever Hoya carnosa, Hoya Carnosa ou hoya carnosa é como dar erros ortográficos. Feio.
junho 22, 2012
junho 14, 2012
o lençol
Agora fazia um brilharete e ficava com os louros deste magnífico lençol, mas seria mentira. Foi bordado para a cama da Maria pela sua mãe Catarina, e agora quem dorme tão bem acompanhada é a minha Catarina.

Há outro, igualmente lindo. Quando mudar a cama tiro uma fotografia. A bem dizer troco sempre um pelo outro. Os lençóis comprados na Zara Home que me perdõem mas não lhes chegam aos calcanhares.
Há outro, igualmente lindo. Quando mudar a cama tiro uma fotografia. A bem dizer troco sempre um pelo outro. Os lençóis comprados na Zara Home que me perdõem mas não lhes chegam aos calcanhares.
junho 11, 2012
junho 05, 2012
bolo de maçã e canela
A receita é a mesma do bolo de hortelã, apenas substituí a infusão de hortelã por uma infusão feita com uma colher de sopa de canela em pó e não coloquei as folhas de hortelã picadas.
É igualmente bom e suspeito que deve saber muito bem no Inverno, acompanhado de chá de maçã e canela.
junho 03, 2012
maio 31, 2012
maio 29, 2012
bolo de hortelã
Inspirei-me nesta receita para aproveitar uma generosa oferta de hortelã.

1/2 chávena de folhas de hortelã + 1 chávena de água para a infusão + 2 chávenas de açúcar + 1/2 chávena de azeite + 1 maçã grande (usei maçã starking) + 3 ovos + 2 colheres de sopa de hortelã picada + 3 chávenas de farinha + 1 colher de chá bem cheia de fermento em pó

Fazer uma infusão muito forte com a 1/2 chávena de hortelã e a água e deixar arrefecer um pouco. Descaroçar a maçã. Num copo liquidificador juntar a infusão e respectivas folhas de hortelã e todos os restantes ingredientes com excepção da farinha e do fermento. Verter para uma taça e incorporar agora a farinha e o fermento. Levar ao forno pré-aquecido a 200ºC, em forma untada e polvilhada com farinha. Passados 15' reduzir para os 160ºC e deixar cozinhar mais cerca de 40'.

É bem capaz de ser o meu novo bolo favorito.
1/2 chávena de folhas de hortelã + 1 chávena de água para a infusão + 2 chávenas de açúcar + 1/2 chávena de azeite + 1 maçã grande (usei maçã starking) + 3 ovos + 2 colheres de sopa de hortelã picada + 3 chávenas de farinha + 1 colher de chá bem cheia de fermento em pó
Fazer uma infusão muito forte com a 1/2 chávena de hortelã e a água e deixar arrefecer um pouco. Descaroçar a maçã. Num copo liquidificador juntar a infusão e respectivas folhas de hortelã e todos os restantes ingredientes com excepção da farinha e do fermento. Verter para uma taça e incorporar agora a farinha e o fermento. Levar ao forno pré-aquecido a 200ºC, em forma untada e polvilhada com farinha. Passados 15' reduzir para os 160ºC e deixar cozinhar mais cerca de 40'.
É bem capaz de ser o meu novo bolo favorito.
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