Adoro visitar e fazer compras em feiras e mercados. Mas ainda gosto mais de conversar com os vendedores. Neste dia conheci a Jocélia, vendedora de bric-à-brac e roupa usada "tudo modelos exclusivos". Dona de uma personalidade vivaça, sempre com resposta pronta para tudo, vendeu-me a lata de sortido Aliança com a paisagem do Porto que orgulhosamente ostenta na fotografia. O seu irmão Luís já era um velho conhecido. É um verdadeiro homem dos 7 ofícios: ourives / assentador de papel de parede / vendedor de velharias / faz transportes e mudanças e o que mais for preciso que "não estamos em tempo de recusar trabalho". Depois há a Paula, que desencanta os móveis vintage mais giros, ou a Leonor, que é dona de um antiquário chic na Rua de São Bento, ou o Marinheiro, que prefere vender por atacado e não há quem o convença do contrário. Cada um com a sua história de vida, cada um com muito para ensinar.
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maio 24, 2013
feira da ladra
A internet tem destas coisas. Não é que esta fotografia minha da Feira da Ladra foi escolhida para ilustrar um artigo sobre feiras de velharias numa revista on-line russa? Se souberem russo, o que não é o meu caso, podem lê-lo aqui: http://issuu.com/molodetskikh/docs/lets_go_13.

Adoro visitar e fazer compras em feiras e mercados. Mas ainda gosto mais de conversar com os vendedores. Neste dia conheci a Jocélia, vendedora de bric-à-brac e roupa usada "tudo modelos exclusivos". Dona de uma personalidade vivaça, sempre com resposta pronta para tudo, vendeu-me a lata de sortido Aliança com a paisagem do Porto que orgulhosamente ostenta na fotografia. O seu irmão Luís já era um velho conhecido. É um verdadeiro homem dos 7 ofícios: ourives / assentador de papel de parede / vendedor de velharias / faz transportes e mudanças e o que mais for preciso que "não estamos em tempo de recusar trabalho". Depois há a Paula, que desencanta os móveis vintage mais giros, ou a Leonor, que é dona de um antiquário chic na Rua de São Bento, ou o Marinheiro, que prefere vender por atacado e não há quem o convença do contrário. Cada um com a sua história de vida, cada um com muito para ensinar.
Adoro visitar e fazer compras em feiras e mercados. Mas ainda gosto mais de conversar com os vendedores. Neste dia conheci a Jocélia, vendedora de bric-à-brac e roupa usada "tudo modelos exclusivos". Dona de uma personalidade vivaça, sempre com resposta pronta para tudo, vendeu-me a lata de sortido Aliança com a paisagem do Porto que orgulhosamente ostenta na fotografia. O seu irmão Luís já era um velho conhecido. É um verdadeiro homem dos 7 ofícios: ourives / assentador de papel de parede / vendedor de velharias / faz transportes e mudanças e o que mais for preciso que "não estamos em tempo de recusar trabalho". Depois há a Paula, que desencanta os móveis vintage mais giros, ou a Leonor, que é dona de um antiquário chic na Rua de São Bento, ou o Marinheiro, que prefere vender por atacado e não há quem o convença do contrário. Cada um com a sua história de vida, cada um com muito para ensinar.
janeiro 30, 2012
Sr. João
janeiro 26, 2012
cinderela
outubro 04, 2010
D. Laura
abril 08, 2010
Sant'anna
Uma deambulação pela Ajuda levou-me até à Fábrica Sant'Anna, a mais antiga fábrica de azulejos portuguesa. Existe há quase 300 anos e isso nota-se, para o bem e para o mal.




O mesmo, aos olhos da Ana.
O mesmo, aos olhos da Ana.
março 23, 2010
feira da ladra
Logo no ínicio, um vendedor toca concertina. Mais à frente, a Amália e o seu "Povo que Lavas no Rio" nunca falham. A seguir, musica ao vivo novamente e novamente de concertina. Já no fim, a música africana atesta a qualidade sonora de um rádio-leitor-de-cassetes e mistura-se com a batida de discoteca que parte de um carro/banca com a porta aberta.
De longe, para mim o melhor sítio nesta cidade para ir às compras.



Todas as 3ªs feiras e sábados, faça chuva ou faça sol.
De longe, para mim o melhor sítio nesta cidade para ir às compras.
Todas as 3ªs feiras e sábados, faça chuva ou faça sol.
junho 25, 2009
mix
O meu novo trabalho faz com que eu ande sempre pelos caminhos de Portugal. Para além dos inconvenientes óbvios, tal facto também não facilita as actualizações do pobre do blog, visto que vida crafty nunca mais voltei a ter. Fosse eu pessoa com mais força de vontade, e estou certa que alguma coisinha portátil se haveria de arranjar. Mas aí vem o grande drama: há dois meses que tenho a minha vida toda (bem, a parte que ocupa espaço) metida dentro de uns boas dezenas de caixotes, à espera do ansiado dia da mudança, tecidos, linhas, agulhas, etc. e tal incluídos. Devo dizer que o encaixotamento dos botões me brindou com uma série de olhares, suspiros e encolher de ombros que se traduzem por "casei com uma doida!"
Finalmente agora parece que a Santa Burocracia, que tem quase tantos devotos como a Santa Ignorância, lá se deu por satisfeita e a data da escritura do novo lar está para breve.
Entretanto, ao embrulhar as porcelanas (!) lembrei-me que os desenhos das ditas cujas são uma boa inspiração para bordados. Aqui ficam alguns:
Podem usá-los à vontade, que os direitos de autor já expiraram há décadas!
Então adivinhem lá onde eu ando esta semana:
(A quem simpaticamente me tem contactado acerca das matrioskas: muito me agradaria poder satisfazer-vos, mas há o tal problema dos caixotes... se puderem esperar algum tempo...)
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