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junho 11, 2012
abril 16, 2012
setembro 15, 2010
os Masai
setembro 14, 2010
tecidos africanos
Até os ver in vivo, ainda não tinha percebido muito bem a diferença entre a capulana (kitenge em swahili) e a kanga. Nesta imagem, a senhora da esquerda está a usar duas kangas, uma em volta do tronco e outra como saia. Cada uma consiste num rectângulo de tecido fino de algodão com 1,60m x 1,10m, uma cercadura a toda a volta, padrão colorido e uma frase inscrita. Normalmente, compram-se e usam-se aos pares - o doti. A kanga é o tipo de tecido africano mais usado em Zanzibar, imagino que por ser mais fresco e leve.

Aqui, a senhora que está de costas usa uma kanga como lenço ao pescoço e uma capulana como saia. As capulanas podem ter vários metros de comprimento e usam-se para fazer peças de vestuário masculino e feminino e também, por serem mais grossas, trouxas, cortinas, sacos, estofos de automóveis, etc. A capulana é o tipo de tecido africano mais usado em Tanganica (a parte continental da Tanzânia).

É um verdadeiro regalo para os olhos apreciar o colorido e as conjugações inusitadas de padrões.


A minha máquina fotográfica resolveu pregar umas partidas e o resultado foram várias destas obras primas. Na primeira, a parte cinzenta sou eu. Spooky, no mínimo!

É claro que a capulana com trevos veio comigo.

E alguns sacos também!
Aqui, a senhora que está de costas usa uma kanga como lenço ao pescoço e uma capulana como saia. As capulanas podem ter vários metros de comprimento e usam-se para fazer peças de vestuário masculino e feminino e também, por serem mais grossas, trouxas, cortinas, sacos, estofos de automóveis, etc. A capulana é o tipo de tecido africano mais usado em Tanganica (a parte continental da Tanzânia).
É um verdadeiro regalo para os olhos apreciar o colorido e as conjugações inusitadas de padrões.
A minha máquina fotográfica resolveu pregar umas partidas e o resultado foram várias destas obras primas. Na primeira, a parte cinzenta sou eu. Spooky, no mínimo!
É claro que a capulana com trevos veio comigo.
E alguns sacos também!
setembro 06, 2010
as pessoas
setembro 05, 2010
setembro 04, 2010
setembro 03, 2010
Tanzânia
maio 07, 2010
mind the gap
Fui passar uns dias a Londres e é claro que aproveitei para ir ver a exposição "Quilts 1700-2010". Se estiverem a pensar fazer o mesmo convém que se preparem para:
- ir cedo: as filas na bilheteira podem atingir largas dezenas de pessoas;
- gastar £10 (12€) no bilhete;
- perder a cabeça na loja: a coleção de tecidos de patchwork alusivos à exposição é irresistível e nem falo da livraria...
- levar um guarda-chuva, ou comprar lá um!
- dar uma hipótese ao fish and chips e às sausages with mash e passar rapidamente para a comida indiana, japonesa, tailandesa, italiana e outras que conseguirem encontrar.

Ao domingo na zona oriental da cidade há vários mercados de rua que convém não perder, nem que seja só para passear. O da Petticoat Lane é muito semelhante às nossas feiras, com predomínio de roupa barata e bugigangas (um bom sítio para comprar o tal guarda-chuva, portanto!). Na Columbia Road vendem-se essencialmente flores e plantas. O da Brick Lane é o paraíso da roupa vintage, mas também se encontram por lá lojas de tecidos africanos com preços inacreditáveis.

Ainda a propósito de tecidos, na Liberty of London encontram-se os mais bonitos que já vi. Aliás, gostei de tudo o que por lá vi. Não muito longe, fica uma das livrarias Persephone Books com livros lindos, sob todos os pontos de vista. A caminho entre os dois locais, há que visitar os alfarrabistas.

Revisitar a feira de velharias da Portobello Road (não encontrei um único açucareiro para a coleção!) e o Museu Britânico (para ir vendo aos poucos) também fez parte do programa.
- ir cedo: as filas na bilheteira podem atingir largas dezenas de pessoas;
- gastar £10 (12€) no bilhete;
- perder a cabeça na loja: a coleção de tecidos de patchwork alusivos à exposição é irresistível e nem falo da livraria...
- levar um guarda-chuva, ou comprar lá um!
- dar uma hipótese ao fish and chips e às sausages with mash e passar rapidamente para a comida indiana, japonesa, tailandesa, italiana e outras que conseguirem encontrar.
Ao domingo na zona oriental da cidade há vários mercados de rua que convém não perder, nem que seja só para passear. O da Petticoat Lane é muito semelhante às nossas feiras, com predomínio de roupa barata e bugigangas (um bom sítio para comprar o tal guarda-chuva, portanto!). Na Columbia Road vendem-se essencialmente flores e plantas. O da Brick Lane é o paraíso da roupa vintage, mas também se encontram por lá lojas de tecidos africanos com preços inacreditáveis.
Ainda a propósito de tecidos, na Liberty of London encontram-se os mais bonitos que já vi. Aliás, gostei de tudo o que por lá vi. Não muito longe, fica uma das livrarias Persephone Books com livros lindos, sob todos os pontos de vista. A caminho entre os dois locais, há que visitar os alfarrabistas.
Revisitar a feira de velharias da Portobello Road (não encontrei um único açucareiro para a coleção!) e o Museu Britânico (para ir vendo aos poucos) também fez parte do programa.
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