

Museu Nacional de Arqueologia
Instituto dos Museus e da Conservação, I.P. / Ministério da Cultura
Fotógrafo: José Pessoa
Museu Nacional de Etnologia
Instituto dos Museus e da Conservação, I.P. / Ministério da Cultura
Fotógrafo: José Pessoa
Peru, 2006
A Vera enviou-me duas maravilhosas capulanas, que não sei se terei coragem de cortar, e um colar e uma pulseira feitos com capulanas, que já andam a uso!
Da Rê recebi ideias e materiais para feltrar e um sem-número de botões. As cores são lindas!
ver isto 


Chá e bolos?! Isso há em toda a parte ;)
Salão de chá Solar do Adro - Lousã.
Estes paninhos de tabuleiro acompanharam-me durante a primeira infância. Muito provavelmente foram feitos pela minha avó.
O C. não tem qualquer interesse pelas arts and crafts, mas procura-me revistas nos quiosques dos aeroportos por onde passa. Morre de medo que eu insista em lhe tricotar um cachecol, mas oferece-me novelos no Natal. Tem verdadeiro asco pela minha colecção de botões ("que nojo, isso deve ter sido desenterrado nalgum cemitério"), mas é capaz de palmilhar quilómetros comigo à procura de retrosarias nos cantos mais estranhos do mundo. Não faz ideia do que significa a palavra patchwork, mas traz-me uma máquina de costura de comboio (quase) sem reclamar.
onde relembramos mitos escabrosos, como o da mulher que se mascara de vaca para seduzir um touro (!),
conhecemos a vida e obra de Nikos Kazantzakis e muitas outras coisas interessantes aqui, a fauna e flora de Creta aqui e vimos ao perto artefactos que remetem para imagens dos livros de História aqui.
É claro que uma visitinha às retrosarias de Heráklion não podia ficar de fora do roteiro cultural!
E pronto, para o ano haverá mais. Agora é preciso trabalhar para que viajar se torne possível... e comer, e ter um tecto, e vestir, e comprar livros... raios!!! :)
(Este post está escrito na segunda pessoa do plural, porque a grande viagem que é a vida faz muito mais sentido quando compartilhada com alguém que se ri das nossas parvoices e nos fotografa os pés em posições esquisitas. O joelho do meu "alguém" aparece aqui acima.)
em cada rua há uma ou várias (!) igrejas,
as águas são mornas e transparentes,
as "areias" são coloridas
e têm um grande potencial "crafty",
os pistácios crescem nas árvores
e vendem-se frescos nos mercados,
os burros ajudam na vindima e
em muitas janelas há um manjerico.
Santorini, a ilha-vulcão onde as pessoas se reúnem aos magotes
ou procuram um lugar mais reservado
para aplaudir o pôr-do-sol. 

Gostei das imagens, das histórias, das ideias, das inspirações, dos ateliers, das pilhas de tecidos, da desarrumação, do improviso, da bonecada, dos sonhos realizados, das cores, da partilha, da simplicidade.